sábado, 30 de junho de 2012

Os clássicos nunca morrem.

Clássico. Essa é a maior definição de West Side Story, ou Amor Sublime Amor, drama musical, dirigido por Robert Wise em 1961. O filme é uma livre inspiração de outro clássico, dessa vez da literatura universal - Romeu & Julieta, de Shakespeare. No filme, Julieta, aqui é Maria, uma latina, que assim como seus amigos e familiares vão para os Estados Unidos procurando uma vida melhor, a jovem sonhadora trabalha em uma casa de noivas com suas amigas, já o seu irmão é o líder dos Sharks, uma guangue composta por latinos e rival dos Jets, guangue composta por americanos, e que vivem em brigas para dominar o território. Tony, nosso Romeu, foi a muito tempo líder dos Jets, e após as duas gangues se rivalizarem para uma briga onde seria decidido quem dominaria o território, Tony é novamente chamado para lutar ao lado dos companheiros. O que ninguém poderia prever é que Tony se apaixonaria por Maria, fazendo com que a luta, antes questão de honra, seja colocada de lado, mediante a grande paixão que ambos nutrem, obviamente o irmão de Maria, o complexado Bernardo, líder dos Sharks, é contra o namoro da irmã com um americano e defende que ela deva namorar um porto-riquenho, assim como eles. Nessa base dramática a história vai se desenrolando até um desfecho trágico e comovente, e a isso inclui uma trilha maravilhosa, com músicas até hoje executadas nos Estados Unidos. Tony foi defendido por Richard Beymer e Maria, pela sempre deslumbrante Natalia Wood, com canções de Leonard Bernstein e Sthepen Sondhein, que tocam a alma e uma coreografia excelente. Para dividir um pouco da beleza desse filme, segue uma cena do "casamento" de Tony e Maria, ao som da divinal "One hand, one heart". Espero que gostem. http://www.youtube.com/watch?v=_A0fVWomF90

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Carey Mulligan, como nunca a tinha visto?

Em minhas andanças pelo YouTube, a procura de cantores desconhecidos, eis que vi algo que me impressionou. A atriz Carey Mulligan interpretando um clássico americano "New York, New York", eternizado pela voz do sempre maravilhoso Frank Sinatra, a música que enaltece a capital do mundo, ganhou queridos adornos artísticos com essa britânica de 1.70m. Sem o instrumental retumbante de Sinatra, apenas com a delicada voz de Carey, a música símbolo dos Estados Unidos, se encheu de doçura com uma interpretação magnífica, a cena em questão é do filme "Shame", lançado em março de 2012,o filme conta a história do solitário e ninfomaníaco Brandon (Michael Fassbender), que tem sua rotina modificada quando sua irmã Sissy (Carey Mulligan) decide vir morar com ele na meca do capitalismo. Carey se mostrou uma intérprete vigorosa, com uma lânguido New York, cheio de sensualidade e vontade de ascensão, mas sua vida cinematográfica tem sido mais agitada, em 2005 ela viveu Kitty Bennet em "Orgulho & Preconceito", em 2009 ela esteve no elenco do excelente "Inimigos Públicos" dirigido por Michael Mann e finalmente em 2010 ela participou de "Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme", onde conheceu o ator Shia LaBeouf, com quem teve um relacionamento curto. Agora se assim como eu, você ficou encantado com a voz adocicada da atriz, se prepare, ela deverá viver Eliza Doolittle, na regravação de "My Fair Lady", que acontecerá esse ano, enquanto isso fique com o vídeo da bela atriz e "Shame". http://www.youtube.com/watch?v=xdMXvFBOlmE

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Uma São Paulo vista com outros olhos

Hoje após dias em casa, por conta do desemprego, decidi sair pelo centro da cidade de São Paulo, munido de minha câmera e registrar alguns pontos belos da cidade de São Paulo, é incrível que como morador da cidade a 29 anos nunca havia visto a cidade, passava apressado, correndo e nunca via a poesia que existe na selva de pedro do centro de nossa cidade. Logo cheguei ao largo de São Bento, bem no centro da cidade, ao emergir do túnel do metrô tudo me encantou, já da escadaria era possível ver a bela igreja de São Bento, imponente, bela, no seu mais típico estilo beneditino, a igreja escura, guarda segredos pouco revelados, as magníficas estátuas de santos, um altar esplenderoso e alí aos pés do altar jazem os restos mortais do governador das Esmeraldas, Fernão Dias Paes Lemes e sua esposa, bem feitores do mosteiro. A beleza elegante, o sol ímpar do horário e o som de "Torna a Surriento" do iPod, davam uma aura mística e única para o lugar, que infelizmente era disputado por passantes e mendingos, que pediam esmolas em frente à igreja. Outra nota importante é a pequena loja de artigos feitos pelos monges beneditinos, santos, vinhos, licores e um saboroso pão que valeu a pena trazer. Com certeza um passeio que vale a pena, ainda mais se você ver tudo isso com outros olhos.